Quanto tempo¹

Ultimamente venho pensando no meu passado e sobre diversas coisas que eu poderia mudar na minha vida. O que eu poderia manter da minha forma de agir do passado? E o que eu deveria mudar? Para a última pergunta posso responder que preciso muitas coisas.

Uma imagem clichê para o post (foto: Flickr / darrentunnicliff -- CC BY-NC-ND 2.0)

Refletindo sobre isso, lembrei-me do blog, dos tempos em que eu ficava programando qualquer besteira e da velha zona de conforto em que venho me mantendo há muito tempo. Está certo que me desprendi de algumas atividades — como a programação e desenvolvimento web –, passando a estudar mais, a ler sobre outros assuntos fora dessa área, a ver mais documentários, séries e filmes e diversificando o meu conhecimento. Foi uma mudança boa, é claro, mas não preciso romper completamente com o passado — ontem mesmo voltei a programar por hobby e pretendo voltar a fazer algumas das atividades passadas.

(Isso me lembrou de quando um amigo meu me alertou sobre esse aprofundamento em um só assunto. Não é bom se prender em apenas um assunto e ignorar os demais.)

Muitos (ou ninguém :() perceberam que fugi até mesmo do twitter (não sei se volto, ok?). O motivo? É esse mesmo: reflexão sobre meus atos. E durante esse tempo muita coisa mudou. Como dito acima, fiz uma parada drástica nos estudos sobre desenvolvimento e programação para internet, tendo um foco maior nas matérias do colégio, na Física e até mesmo algumas Ciências Humanas. Tanto que já até desisti do curso de Ciência da Computação e estou pensando em fazer… Física! É galera, Física…

E essa mania de querer saber o que está “errado” em mim me pegou de jeito (epa!). Deve ser essa idade, o momento em que você começa a pensar melhor no futuro e em sair da zona de conforto. Veremos o resultado disso.


¹ Quanto tempo, Titãs
Artigos interessantes sobre a viagem no tempo: “Tempo perdido?”, no Blog do Astrônomo (Partes: 1, 2 e 3)
Blogs adicionados ao blogroll: Starts With A Bang, Blog do Astrônomo e Luis Pascoal.

Sobre Wesley Cota

Bacharel em Física pela Universidade Federal de Viçosa e estudante de Doutorado em Física pela mesma instituição. Tem uma profunda paixão por qualquer tecnologia, ama física e gosta de ler sobre diversos assuntos. Atualmente faz estudo computacional e analítico de modelos epidemiológicos e estruturação de Redes Complexas.
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